
Domingo: dia de almoço no Batalhão Português em Prishtina; dia de falar em português para quem não pode praticar o idioma por estar desterrado (a 37km) em Gjilan; dia de missa em português dentro de um contentor, porque é o que se arranja; dia de jogar ping pong com os polícias e militares (embora também haja matraquilhos e setinhas ao alvo, para quem preferir); dia de planear a próxima “caracolada” em casa do pessoal espectacular que tive o prazer de conhecer, aqui em missão, e vindos da mesma pátria lusa. Dia de ver televisão portuguesa, dia de beber um café expresso Delta. Dia de ir a Portugal, portanto. E sem os incómodos que, quem lá está, actualmente tem que suportar.
Uma excelente alternativa a conhecer outros lugares, com o que se vai alternando enquanto opção nestes últimos tempos.

Foto: A Catedral Militar, no interior do aquartelamento.
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