
O que disse antes aplica-se apenas aos primeiros dias de férias. Eis senão quando o toxicodependente começa a conhecer melhor a área e verifica que atrás das portas fechadas dos restaurantes, as luzes estão acesas e existe um estranho movimento no interior. Aberta a porta, o empregado desvia-nos das mesas junto da entrada e aponta-nos a mesa logo depois da esquina onde, longe da vista do público, todos comem e bebem que nem abades. Ali estava eu numa “sala de chuto” que, por não ser pública, afinal é legal – ou pelo menos não é ilegal, o que nestas paragens é significativamente diferente, dependendo do que se entende por “em público”. Acabara ali e naquele momento o meu Ramadão forçado. E foi assim que facilmente recuperei os quilinhos perdidos e virei Sheik. E o que dizer disto? (segue parte III)
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