quinta-feira, 31 de março de 2011

A Europa e o novo Terrorismo de Estado

Mais tarde ou mais cedo lá irá o governo lusitano (este ou o próximo) ao centro da Europa falar com o par Frau & Monsieur e pedir "pl' amor d' Deus" uma ajudinha financeira para ser paga a prestações nos próximos 100 anos. E o que temos para dar em troca? Uma enorme vénia e mil desculpas. E o resultado? Se for um bom negócio talvez tenhamos sorte.
Já noutras bandas, que nem sequer pertencem à UE, nada se pede. Porém, ali o dinheiro chega "a rodos" sem exigências de monta. E porquê? Porque a Europa tem medo deles, tal e qual o dono do bólide tem medo do arrumador de carros na 24 de Julho. É um local de tráfico de droga? De máfias? De tráfico de pessoas? Um foco de fundamentalismo islâmico? Um foco de indevida influência de outra potência económica mundial? "Epá. Controlem lá isso que a gente financia!".
Hoje em dia o dinheiro europeu está disponível para o medo, e não para tapar calotes.
Iremos ver em breve o dinheiro europeu a chover na Líbia pós Kadafi e no Egito, assim que os turbantes e as madrassas começarem a proliferar por aquelas bandas, associados às palavras-chave "extremismo islâmico".
O dinheiro, mas também as missões: quem sabe um dia lá terei eu que fazer julgamentos numa fria tenda do deserto líbio ou na remota e rude região de Sharm-el-Sheik.

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