
Já o li. Esperava mais estórias e menos enquadramentos e ziguezagues históricos, quais explicações dos avós aos netos. Das duas uma: ou a vida de juiz é um contínuo marasmo em que muito se observa e pouco se vive; ou as estórias são muitas, mas a memória é pouca. Justiça seja feita à participação do Conselheiro Girão que positivamente destoa - e em muito - das restantes, quer pela objectividade, quer pela prosa, quer pela piada. No resto, parece que o mundo parou há 50 anos e o estilo de prosa há 100. Com todo o respeito, esperava mais.
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